Cartão europeu de saúde: como pedir, o que cobre e o que fica a seu cargo
O que é o cartão europeu de saúde e para que serve realmente?
O cartão europeu de saúde, oficialmente Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD), é gratuito, dá acesso ao sistema público de saúde de 31 países europeus durante uma estadia temporária e é válido, em regra, por três anos. Não paga repatriamento, resgate nem clínica privada.
Em Portugal pede-se na Segurança Social Direta, ou através da ADSE para quem é beneficiário deste subsistema. Chega por correio em poucos dias e não custa nada: qualquer site que peça pagamento está a cobrar por um serviço gratuito.
A confusão mais comum é tratá-lo como um seguro. Não é. O cartão coloca-o na posição de um utente local do país onde está, com as mesmas regras, as mesmas taxas e os mesmos limites. Se o residente desse país paga uma participação, o viajante português paga-a também.
Para medir o que isso significa na prática, reunimos os tarifários públicos oficiais de 32 países europeus em agosto de 2026 e cruzámo-los com as coberturas reais dos planos vendidos a residentes em Portugal. Todos os números deste guia vêm dessa recolha.
Todos os anos, os nossos especialistas auditam cada contrato a partir das condições gerais que o vinculam: coberturas, plafonds e exclusões, cruzados com os preços reais do mercado e com o retorno dos clientes. A análise é totalmente independente, sem qualquer colocação paga e sem que nenhuma seguradora possa influenciar uma nota. A HelloSafe é uma corretora de seguros registada na ORIAS (n.º 21008038), sob supervisão da ACPR. Comparamos seguros de viagem em todos os países e moedas, com os contratos, preços e garantias realmente propostos no seu país, e não um guia único traduzido.
Saber maisComo pedir o cartão europeu de saúde e quanto tempo demora?
O pedido do cartão europeu de saúde faz-se online na Segurança Social Direta, é gratuito e demora habitualmente entre 5 e 15 dias úteis até o cartão chegar à morada indicada. Cada pessoa precisa do seu próprio cartão, incluindo bebés.
Quem pode pedir, e em que balcão
Tem direito ao CESD quem esteja inscrito e com a situação regularizada no sistema português de saúde e segurança social. O enquadramento profissional não muda o direito, muda apenas o balcão.
- Trabalhadores por conta de outrem e trabalhadores independentes
- Pensionistas e reformados
- Estudantes, incluindo quem parte em Erasmus
- Beneficiários dependentes do agregado, cônjuge e filhos
- Beneficiários da ADSE, que pedem o cartão à ADSE e não à Segurança Social
Os passos, um a um
- Entre na Segurança Social Direta com o seu NISS e a palavra-passe.
- Abra a área dedicada ao Cartão Europeu de Seguro de Doença e escolha pedir um novo cartão.
- Confirme a morada: é para lá que o cartão é enviado, e uma morada desatualizada é a causa mais banal de um cartão que nunca chega.
- Selecione todos os membros do agregado que também vão viajar, um pedido por pessoa.
- Submeta e guarde o comprovativo do pedido.
Se parte antes de o cartão chegar, peça um Certificado Provisório de Substituição. Tem exatamente a mesma força que o cartão durante o período indicado, e é emitido pelos mesmos canais.
O CESD é gratuito, hoje e sempre. Existem sites intermediários que cobram uma taxa por um pedido que pode fazer sozinho em poucos minutos, e nenhum deles acelera a emissão.
Validade e renovação
O cartão é válido, em regra, três anos, e a data está impressa na frente. Um cartão expirado não dá direito a nada no estrangeiro, por isso verifique a validade antes de cada viagem e não apenas antes da primeira.
A renovação faz-se pelo mesmo canal do primeiro pedido, é igualmente gratuita e demora os mesmos 5 a 15 dias úteis. Não é automática: ninguém o avisa quando o prazo termina.
O que o CESD paga mesmo em Espanha, França ou Itália?
Com o CESD, os cuidados urgentes no sistema público são gratuitos ou quase gratuitos em quase toda a Europa. O problema nunca é o hospital público: é o que acontece quando o atendimento passa para o privado, onde o cartão não vale absolutamente nada.
Os tarifários públicos que recolhemos mostram o custo real de cada ato, ou seja, o que o sistema fatura a quem não tem direito à assistência. Com o cartão, esses valores nunca lhe são apresentados. Sem ele, ou fora do circuito público, são a sua fatura.
País | No público, com o cartão | Custo real do ato no público* | O que a via privada cobra** |
|---|---|---|---|
🇪🇸 Espanha Centros de salud e hospitais públicos | Consulta e urgência gratuitas | Consulta 47,85 € · urgência 303,25 € · dia de internamento 725,07 € a 771,43 € | Consulta 40 € a 80 € · visita ao hotel 120 € a 180 € · clínica privada 500 € a 1.500 € por dia |
🇫🇷 França Adiantamento quase sempre exigido | Paga primeiro, reembolso depois | Consulta 30 € · urgência 30,10 € a 51,40 € · dia de internamento 1.244,13 € | Especialista 40 € a 70 € |
🇮🇹 Itália Ticket moderatore por ato | Participação local a seu cargo | Consulta 15 € a 25 € · dia de internamento 269 € a 335 € | Consulta 50 € a 120 € · urgência 100 € a 300 € · ambulância 100 € a 700 € |
🇬🇷 Grécia Rede pública escassa nas ilhas | Público gratuito onde existe | Consulta de especialista 13 € · internamento 573 € a 1.762 € por episódio | Consulta 40 € a 180 € · urgência 100 € a 200 € · dentista 45 € a 200 € |
🇦🇹 Áustria O destino de neve mais procurado | Participação local a seu cargo | Consulta 25 € a 60 € · dia de internamento 1.984 € | Consulta 98 € a 112 € · especialista 149 € a 200 € |
🇩🇪 Alemanha Faturação por episódio completo | Cuidados públicos cobertos | Episódio hospitalar 4.560,10 € a 4.680,62 € · ambulância 200 € a 2.000 € por transporte | Dentista 80 € a 400 € |
🇳🇱 Países Baixos Acesso só através do huisarts | Passagem obrigatória pelo médico de família | Consulta 13,18 € · extração dentária 56,26 € a 90,02 € · episódio hospitalar 4.335,06 € a 7.793,60 € | Ir direto ao hospital sem passar pelo médico de família é faturado na íntegra |
Duas leituras saltam à vista. Primeiro, um dia de internamento público custa entre 269 € em Itália e 1.984 € na Áustria, e na Alemanha um episódio hospitalar completo passa dos 4.500 €: com o cartão não paga, sem ele paga tudo.
Segundo, as zonas turísticas de Espanha, da Grécia e de Itália vivem de clínicas privadas, muitas vezes as únicas abertas ao fim de semana e as únicas com atendimento em inglês. É exatamente aí que o CESD deixa de existir, e uma noite numa clínica espanhola começa nos 500 € só de quarto.
O que fica a seu cargo quando o cartão não chega?
O CESD cobre os cuidados medicamente necessários no sistema público do país visitado, e nada mais. Repatriamento, resgate em montanha, clínica privada, cancelamento e bagagem ficam inteiramente a seu cargo, mesmo dentro da União Europeia.
- Repatriamento sanitário para Portugal: Nunca coberto, em país nenhum. Um voo medicalizado é a maior fatura isolada que um viajante português pode receber na Europa.
- Resgate em montanha ou no mar: O helicóptero e a equipa de salvamento não são cuidados de saúde. Nos planos que comparamos esta garantia vai de 3.000 € a 10.000 €.
- Clínica ou hospital privado: Zero cobertura, mesmo quando é a única unidade aberta na zona ou a única que o atende numa língua que percebe.
- Taxas moderadoras e participações locais: Paga o que o residente local paga. Em França o adiantamento é quase sempre exigido, em Itália há ticket por ato.
- Cancelamento da viagem, bagagem e responsabilidade civil: Não têm qualquer relação com o CESD. São garantias de seguro, não de segurança social.
- Tratamento programado no estrangeiro: Ir de propósito operar ou dar à luz noutro país exige autorização prévia, através do formulário S2, que é um processo completamente diferente.
Em vários países o CESD não impede que lhe peçam o pagamento à cabeça. Guarde sempre a fatura paga e o comprovativo de pagamento em original: sem eles não há reembolso possível quando regressar.
Como recuperar o dinheiro quando volta a Portugal?
Se pagou cuidados no estrangeiro apesar de ter o cartão, Portugal tem duas vias de reembolso distintas, com regras e tarifas diferentes: o centro de saúde onde está inscrito, ao abrigo do Regulamento (CE) 883/2004, ou o Portal do Utente, ao abrigo da Diretiva 2011/24/UE.
A diferença não é burocrática, é financeira. Pela via do Regulamento, o reembolso é calculado pela tarifa do país onde foi tratado. Pela via da Diretiva, é calculado pela tarifa portuguesa do mesmo ato, quase sempre mais baixa. Num país caro como a Áustria, a primeira via paga muito mais.
Via | Onde se entrega | Tarifa aplicada | Prazo para submeter |
|---|---|---|---|
Regulamento (CE) 883/2004 A via normal depois de uma urgência | No centro de saúde onde está inscrito. O processo é instruído pela ACSS, a Administração Central do Sistema de Saúde | Tarifa do país onde foi tratado | Sem prazo publicado* |
Diretiva 2011/24/UE Cuidados planeados ou fora do circuito público | Portal do Utente, online | Tarifa portuguesa do mesmo ato | 30 dias após o pagamento |
O impresso chama-se Requerimento de reembolso de despesas de saúde no estrangeiro na via do Regulamento, e requerimento próprio na via da Diretiva. Nenhuma das duas permite um adiantamento antes da decisão.
- Guarde a fatura paga em original. É o único documento exigido em original pelas duas vias.
- Junte o comprovativo de pagamento, que pode ser cópia.
- Peça o relatório médico ao hospital. É opcional, mas é o que prova que o cuidado era necessário durante a estadia.
- Entregue no seu centro de saúde, ou submeta no Portal do Utente dentro dos 30 dias se seguir a via da Diretiva.
Nem a ACSS nem o Portal do Utente publicam um prazo de decisão para estes pedidos, e a nossa recolha não encontrou um prazo real documentado. Planeie a tesouraria como se o dinheiro fosse demorar meses, porque pode demorar. É por isso que a garantia de não adiantar despesas, presente em todos os planos que comparamos, vale mais do que parece.
Vale a pena juntar um seguro ao cartão?
Sim, por uma razão simples: as três maiores faturas de uma viagem europeia, o repatriamento, o resgate e a clínica privada, são exatamente as três que o cartão não paga. Um seguro de viagem existe para tapar esse buraco, não para duplicar o cartão.
Garantia | CESD | Seguro de viagem* |
|---|---|---|
Cuidados no hospital público Urgência, internamento, consulta | Sim, nas regras locais | Sim, até 500.000 € |
Adiantamento de despesas Quem paga o hospital no momento | Não garantido | Incluído em todos os planos comparados |
Clínica ou hospital privado | Nada | Coberto dentro do plafond médico |
Repatriamento sanitário | Nada | Custos reais, sem limite fixado |
Buscas e resgate | Nada | 3.000 € a 10.000 € |
Urgência dentária | Tarifa local | 200 € a 300 € |
Cancelamento da viagem | Nada | Até 12.000 €, e só em alguns planos |
Bagagem | Nada | 250 € a 2.000 € conforme o plano |
Responsabilidade civil no estrangeiro | Nada | 1.500.000 € a 4.500.000 € |
Repare na segunda linha. O que distingue um seguro do cartão não é só o plafond, é quem passa o cartão de crédito na receita do hospital. Se precisar de anular a viagem antes de partir, isso é outro produto: veja o seguro de cancelamento de viagem.
Qual escolheríamos para uma viagem na Europa com CESD
Se já tem o cartão, o que lhe falta é precisamente a parte que ele não paga. Por isso colocamos o Go Protect à frente: é o único da nossa seleção que leva a garantia de buscas e resgate até 10.000 €, tem 300.000 € de despesas médicas, trata o repatriamento pelos custos reais e não o obriga a adiantar dinheiro ao hospital. A franquia de 30 € por sinistro nas despesas médicas é o preço dessa escolha, e as urgências dentárias ficam de fora dela, até 300 €.
Quem quiser o essencial pelo mínimo encontra-o no WorldSecure Basic, o mais barato da seleção, com os mesmos 300.000 € de despesas médicas, 1.150 € de bagagem e 4.500.000 € de responsabilidade civil, mas com o resgate limitado a 3.000 €, o que muda tudo numa estadia de montanha. Para uma viagem com mais dinheiro investido, o WorldSecure Platinum acrescenta o cancelamento e sobe a bagagem para 2.000 €. Os cartões abaixo mostram o preço de hoje para as suas datas.
Garantias incluídas
Cotação personalizada · sem compromisso
Garantias incluídas
Cotação personalizada · sem compromisso
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Preços para 1 viajante de 34 anos, 7 dias em Espanha, com partida de Portugal. Cálculo HelloSafe em euros, 16 de setembro de 2026. O seu preço depende da idade, da duração da estadia e do destino.
Quanto custa o complemento ao cartão para cada tipo de viagem?
Um seguro que cobre o que o cartão não cobre custa a partir de 18,65 € para uma semana em Espanha, com partida de Portugal. O preço muda sobretudo com a idade, a duração e a opção de desportos de inverno, muito mais do que com o destino europeu escolhido.
Perfil | Económico | Intermédio | Premium | Ponto a reter |
|---|---|---|---|---|
Adulto de 34 anos 7 dias em Espanha | 18,65 € WorldSecure Basic | 45,20 € Safe Start | 73,45 € Go Explore + | O plano de entrada já traz 300.000 € de despesas médicas |
Sénior de 68 anos 7 dias em Espanha | 29,61 € Go Protect | 61,02 € World Travel | 100,57 € Go Explore + | Aos 68 anos o plano mais barato dos 34 desaparece da lista |
Família de quatro* 7 dias em França | 74,58 € WorldSecure Basic | 129,95 € Go Explore | 177,41 € Go Explore + | Cada membro precisa do seu próprio CESD, crianças incluídas |
Neve, com opção desportos 7 dias na Áustria | 31,08 € WorldSecure Platinum | 50,85 € Go Protect | 210,18 € Safe Extreme | O resgate em pista é a garantia que o cartão nunca paga |
Estudante de 22 anos** 30 dias em Itália | 32,77 € Safe Studies | 39,55 € World Student | 80,75 € Cap Student | Um Erasmus continua a ser estadia temporária para o CESD |
Cotações reais obtidas em hellosafe.com a 16 de setembro de 2026, partida de Portugal, em euros. A linha da família é o preço de quatro pessoas, a do estudante é de 30 dias.
A linha mais reveladora é a do sénior. Entre os 34 e os 68 anos, o plano de entrada deixa simplesmente de estar disponível e o mínimo sobe de 18,65 € para 29,61 €, sem que a cobertura melhore. Quem viaja depois dos 65 ganha em comparar cedo, e o nosso guia do seguro de viagem para séniores explica onde estão os limites de idade.
Para um Erasmus ou um estágio, os planos de estudante custam menos por 30 dias do que um plano de turismo por sete: veja o seguro de viagem para estudantes. E se quiser perceber como estes valores se formam, o guia do preço do seguro de viagem detalha cada critério.
Onde é que o cartão funciona, e onde não serve de nada?
O CESD é aceite nos 27 Estados-membros da União Europeia, mais Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça, e continua a ser aceite no Reino Unido para estadias temporárias. Fora desta lista não tem qualquer valor, incluindo em destinos europeus como a Turquia ou a Albânia.
- Os 27 países da União Europeia: Incluindo Espanha, França, Itália, Alemanha, Grécia, Bélgica e Países Baixos, os destinos mais procurados a partir de Portugal.
- Islândia, Liechtenstein e Noruega: Países do Espaço Económico Europeu, com as mesmas regras de acesso ao sistema público.
- Suíça: Aceite, mas com participações locais bastante mais altas do que em Portugal, e com muita medicina privada à vista.
- Reino Unido: Mantido depois do Brexit para estadias temporárias, ao abrigo do acordo com a União Europeia.
- Turquia, Albânia, Sérvia, Bósnia e Montenegro: Geograficamente europeus, fora do sistema. Nenhuma cobertura, e o pagamento é pedido no momento.
- Andorra, Mónaco, São Marinho e Vaticano: Micro-Estados que não aderiram ao regime, apesar de estarem encravados na União Europeia.
- Estados Unidos, Canadá, Japão, Brasil e o resto do mundo: O cartão simplesmente não existe fora da Europa, e é aí que as faturas hospitalares são maiores.
O cartão continua válido no Reino Unido depois do Brexit?
Sim. O acordo entre o Reino Unido e a União Europeia manteve o direito a cuidados urgentes e medicamente necessários para quem está de visita, e o cartão europeu de saúde português continua a ser aceite pelo NHS em estadias temporárias.
As diferenças estão nos pormenores. O NHS é gratuito no ponto de atendimento para os cuidados abrangidos, mas os medicamentos de receita têm uma taxa fixa, o atendimento dentário segue uma tabela própria e nenhuma das duas coisas é reembolsada por Portugal. O repatriamento continua de fora, como em qualquer outro país.
Se quiser ver como estes planos se comportam fora do perímetro do cartão, o nosso comparativo do melhor seguro viagem classifica-os garantia a garantia.
Perguntas frequentes sobre o cartão europeu de saúde
Em regra três anos a contar da emissão, e a data está impressa na frente do cartão.
A validade não se renova sozinha e ninguém o avisa quando termina. Verifique-a antes de cada viagem, não só antes da primeira.
Entre 5 e 15 dias úteis até chegar à morada indicada no pedido.
Se a viagem for antes disso, peça um Certificado Provisório de Substituição, que tem a mesma força durante o período indicado.
Na Segurança Social Direta, na área dedicada ao Cartão Europeu de Seguro de Doença, com o NISS e a palavra-passe.
Os beneficiários da ADSE pedem o cartão à ADSE, e não à Segurança Social.
Não. É gratuito, tanto o primeiro pedido como qualquer renovação.
Há sites intermediários que cobram uma taxa por este serviço. Não aceleram nada e não têm qualquer ligação à Segurança Social.
Sim, cada pessoa tem o seu, incluindo recém-nascidos.
O cartão de um dos pais não cobre os filhos. Numa família de quatro são quatro pedidos.
Não. Coloca-o na posição de um utente local do país onde está.
Se os residentes pagam uma taxa moderadora ou uma participação, o viajante português paga o mesmo. Em França costuma ainda ter de adiantar a consulta e pedir o reembolso depois.
Há três causas habituais: foi atendido numa clínica privada, o país aplica uma participação local, ou teve de adiantar as despesas antes do reembolso.
Guarde a fatura paga em original. É o documento que permite pedir o reembolso em Portugal.
Nunca, em país nenhum e em circunstância nenhuma.
O repatriamento sanitário é uma garantia de seguro de viagem, onde é tratado pelos custos reais nos planos que comparamos.
Nos 27 Estados-membros da União Europeia, mais Islândia, Liechtenstein, Noruega, Suíça e Reino Unido.
Fica de fora tudo o resto, incluindo a Turquia, a Albânia, os Balcãs não comunitários e os micro-Estados como Andorra e Mónaco.
Não. O CESD destina-se apenas a estadias temporárias, como férias, deslocações profissionais, estágios e Erasmus.
Para fixar residência noutro país é preciso inscrever-se no sistema de saúde local, com o formulário S1, ou contratar um seguro internacional.
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